Histórico

“Agradeço todas as dificuldades que enfrentei; não fosse por elas, eu não teria saído do lugar. As facilidades nos impedem de caminhar. Mesmo as críticas nos auxiliam muito”.

-Chico Xavier

Essa história começa em Irará, interior da Bahia, especificamente na Fazenda Caboronga, uma comunidade Rural da cidade. Nessa Comunidade, Dona Sofia Pinto e Seu José dos Santos (in memoria), mais conhecido com “Zé Lopes”, criaram com muita dificuldade seus oito filhos: Derivaldo, Gal, Antônio, Carlos, Daniel, Jorge, Raimundo e Seu Zé Lopes era um pequeno agricultor que cultivava fumo e mandioca, e fazia farinha em sua pequena propriedade. Nos dias da Feira, seu Zé trabalhava como camelô vendendo requeijão e manteiga, além de negociar farinha no mercado municipal de Irará. Dona Sofia, além das tarefas domésticas, ajudava o esposo nas tarefas no campo junto com os filhos que, ainda crianças, trabalhavam muito ajudando os pais: carregavam lenha, ajudavam no cultivo, buscavam água no poço, ajudavam a fazer farinha, pastoravam gado entre outras atividades rurais, As dificuldades eram grandes, a comida era escassa e tinha que ser bem divida, as roupas eram costuradas em casa, Contudo a inteligência de Dona Sofia não permitiu que as crianças parassem de estudar. Uns iam pela escola pela manhã, enquanto os outros aguardavam para usar a mesma farda à tarde, repartiam também os calçados, os livros e os materiais da escola. Ainda nesse período, os filhos mais velhos, Derivaldo e Gal, compravam biscoito cream cracker e uma lata de goiabada para fazer sanduiche e vender na escola para arrecadar um pouco de dinheiro e ajudar em casa.

Trabalharam também vendendo picolé nas ruas, e como camelôs em vários segmentos. Certo tempo, alguns filhos começaram a trabalhar como ajudantes na barraca de feira livre que vendia bijuterias e de roupas e pertencia a Carlos Augusto, o Dái, e a este homem é atribuído muito respeito por ter sido um professor na arte de comercializar. Carlos e Daniel chegaram a ter suas próprias barracas de concerto e venda de relógios, e ajudaram muito nas despesas da família.

O filho mais velho, Derivaldo, foi trabalhar em feira de Santana, em uma Boboniere como office-boy, nessa época, comprou o primeiro sofá da família e presentou os pais. Tempos depois, Derivaldo foi promovido para um atacado de alimentos da mesma empresa, e posteriormente foi promovido a supervisor de vendas dessa empresa.

Conhecendo bem o comercio de alimentos, Derivaldo se juntou com seus irmãos Carlos e Daniel para um montar um mercadinho. A matriarca da família, Dona Sofia, vendeu um pequeno bezerro – filho de uma vaca que, não por mera coincidência, se chamava coração – e emprestou o dinheiro para o negocio. O irmão de Dona Sofia, conhecido como tio Betinho, muito querido pela família, também emprestou dinheiro aos meninos, e foi aí que em 13 de junho de 1989 nascia o mercadinho Pinto, um comercio com cerca de 25m², que era o antigo armazém do Sr. Olavo, um comerciante da cidade.

No princípio foi tudo muito difícil, os meninos saiam da Caboronga com suas bicicletas e passavam na casa do tio Betinho para pegar a mercadoria em um pequeno depósito que ele emprestará também, e partiam para o mercadinho ainda bem cedo para organizar e começar a vender, contando sempre com a ajuda dos familiares. A força de vontade e a união da família garantiram o sucesso dessa empresa que ainda hoje carrega em seu DNA a simplicidade, o respeito ao semelhante, a dignidade e a melhoria contínua.

Durante todo esse tempo, muitas foram às dificuldades, todas elas superadas com força e garra. É sábio esperar que mais obstáculos venham pela frente, Todavia Albert Einstein já dizia: “No meio da dificuldade encontra-se a oportunidade” então seguiremos firmes e fortes, mais do que nunca unidos, buscando encontrar mais oportunidades.

Somos a família Cestão, formada por colaboradores, admiradores, amigos e clientes, todos mais do que especiais. Estamos sempre buscando ser uma família cada vez maior e mais sólida, dispostos a enfrentar as mais altas montanhas. Sem medo de arriscar, olhando para frente e enxergando um futuro promissor, e olhando para trás para ver uma linda história que nunca será apagada.

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